Tem gente legal no mercado, mas outros estão brincando, diz cantor da dupla Rick & Renner


Divulgação

A dupla Rick & Renner está lançando Happy End, o 16º disco de carreira dos cantores. Além do conhecido sertanejo, segundo Rick, o CD traz influências de pop romântico e de rock and roll.

Entre as novidades musicais, está a canção que dá título ao trabalho, com participação do ex-cantor do Barão Vermelho, Frejat.

O R7 conversou com Rick para saber mais detalhes do álbum e o que ele pensa sobre a nova geração do sertanejo. Veja.

R7 – Como você define o novo CD, Happy End?

Rick – Estávamos há dois anos sem lançar um CD de carreira. Esse é o 16º disco e estou orgulhoso dele. A gente sempre se preocupa em diversificar o som, com temas e ritmos diferentes. De uns quatro álbuns pra cá, temos trazido pop e rock para as nossas composições. Tem uma coisa forte nesse que é a participação do Frejat, em Happy End. Então o disco tem essa pegada de rock e um lado romântico muito forte. E, claro, tem sertanejo e o caipira de raiz. Não fugimos da essência do Rick & Renner.

R7 – O que você acha da nova geração do sertanejo?

Rick – Tem muita gente legal no mercado, mas outros estão brincando. Tem coisa que não dá para ouvir… têm uns negócios que eu não sei como tocam na rádio.

R7 – Mas existe música boa?

Rick – Tem muita gente boa, como o Victor & Leo, Hugo Pena & Gabriel, Zé Henrique & Gabriel. Tem uma dupla, Jorge & Mateus, que eu não gostava deles no começo e hoje eu mudei de opinião. O novo CD é muito legal e eles estão muito mais maduros. O sucesso vem para todos, mas só vai ficar quem for verdadeiro, quem estiver fazendo sério. Isso acontece em todos os gêneros musicais.

R7 – Você acha que a internet ajuda a criar artistas que não são tão bons?

Rick – A internet é uma faca de dois gumes. Facilita muita coisa, mas expõe o artista de uma forma que não é legal. E eu falo até do lado musical. Hoje, quando você está querendo lançar um trabalho, já tem um monte de gente sabendo disso. Você não consegue mais lançar um CD com aquela expectativa que havia antes. Eles já colocam logo um trecho na internet. Tem até artista que coloca as músicas novas sem os arranjos completos, só para os fãs aprenderem elas para o show. Eu prefiro o método tradicional.

R7 – O que falta nesses cantores que, na sua opinião, são descartáveis?

Rick – Falta verdade musical nessas pessoas. Acho que existe uma preocupação em arrecadar dinheiro e aparecer, que acaba passando por cima do essencial que é a música. Hoje, toda música tem que ter público, todo mundo cantando junto. Aquela gritaria do CD ao vivo. Os cantores têm que parar de ir atrás de todo artista que faz sucesso. Não é só porque o fulano deu certo, que você vai atrás dele. Precisamos ter personalidade. Mas não quero ficar metendo o pau, cada um faz o que quiser. Eu acredito em um trabalho pensado, bem feito, bem arranjado. Eu quero fazer uma coisa diferente.

Fonte: Portal R7

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