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SBT lança programa sobre a música sertaneja no Rio Grande do Sul!


Divulgação

Durante o mês de novembro, o SBT apresenta um programa especial especialmente para o Rio Grande do Sul com o melhor do sertanejo universitário aos domingos, às 10h.

Comandado por Elias Matogrosso, o especial traz novidades sobre os artistas do momento, tais como: Luan Santana, Maria Cecília e Rodolfo, João Bosco e Vinícios, Victor & Leo, Michel Teló, Fernando e Sorocaba, Tche Garotos dentre outros, e o telespectador fica sabendo o que acontece no Rio Grande do Sul quando o assunto é sertanejo, além de poder assistir aos videoclipes recentes destes artistas. Outro diferencial é que o público pode interagir com o apresentador através do envio de emails e mensagens SMS.

O especial é uma adaptação para o Rio Grande do Sul do “Programa Elias Matogrosso”, exibido em 400 cidades que abrangem o SBT Ribeirão Preto e grande parte do interior paulista.

Esta é a primeira vez que o programa é adaptado especialmente para outro Estado e a expectativa é que o especial agrade o público gaúcho. “A ideia de colocar no ar um programa de sertanejo universitário veio da dimensão que este tipo de música está alcançando pelo país e consequentemente na capital gaúcha”, comenta o supervisor das regionais do SBT, Caio Carralero.

Fonte: Sertanejo na Web

“O Brega Virou Pop”, onde foi que a Veja errou…


Em sua mais nova edição, a Veja São Paulo, suplemento paulista da revista Veja, traz na capa uma matéria sobre a música sertaneja e, mais uma vez como em tantas outras, o faz de maneira  ignorante. “O Brega Virou Pop”, texto assinado por Pedro Ivo Dubra e Renata Sagradi, veterano e novata em jornalismo, respectivamente, mostram de maneira parcial e equivocada o movimento sertanejo, que já domina o Brasil há anos.

Para começar, o texto em questão não traz absolutamente nada de novo, e pior, mais parece uma cópia de outro que também foi capa da revista há dois anos: “As Raves do Jeca Tatu”. Matéria de fevereiro de 2008, que tinha pelo menos o benefício de ser original, apesar de afirmar que o “Sertanejo Universitário” (novo fenômeno segundo o autor) não carregava nada do sertanejo mais tradicional e só continha guitarras estridentes e tambores de axé. Meu parceiro Marcus Vinícius comentou na época e você pode relembrar clicando AQUI.

No caso da Veja dessa semana, a coisa já começa errada desde o título, que é extremamente pejorativo: “O Brega Virou Pop” mostra a virada dada pela música sertaneja nos últimos anos, quando conquistou a elite paulistana e como se tornou a bola da vez em casas noturnas  badaladas. Porém o texto  não mede palavras para menosprezar o ritmo. Oras, não é problema dizer que algumas canções são bregas, românticas ou até cafonas, mas não todas e nem o estilo é assim. Somos sertanejos acima de tudo, temos uma identidade que não combina com esse rótulo triste. E se queriam fazer algo sério, por quê o título  escolhido não foi “O Sertanejo virou Pop?” . Por quê essa mania de zombar do público do sertanejo? O que os autores, formadores de opinião e “elite cultural desse país” ainda tem contra o sertanejo?

A ignorância da Veja, na pessoa de seus jornalistas, se mostra mais evidente ao afirmar que o novo sertanejo quase não traz consigo raízes caipiras. Me digam os novos artistas então, em que fonte beberam e bebem até hoje? A maioria ouviu música raiz e o sertanejo dos anos 80, 90 e 2000. Por mais que o som seja ultra-moderno, as raízes estão lá, nas músicas, na influência, no jeito de falar. A insistência dos autores em sua crítica sem fundamento vai além e, se valendo de um texto de dois anos atrás condenam novamente as “guitarras barulhentas” dos artistas sertanejos, mesmo que muitos nem usem guitarras.

Mas o que mais indigna em reportagens como estas é que quem deveria ajudar acaba atrapalhando. Tal qual na matéria “As Raves do Jeca Tatu”, aqui também foram ouvidas pessoas ligadas á musica, como  o cantor e compositor Renato Teixeira. Renato que por sua vez, ao invés de defender, acabou  falando demais, e nas duas oportunidades desmereceu o sertanejo. Para o músico, que gravou um DVD recentemente ao lado de Sérgio Reis e teve a participação de Victor & Leo, “as composições de hoje são banais e para atingir o nível poético de um Vinícius, um Chico ou um Caymmi, falta estrada…”.

Obviamente muitos dos novos artistas sertanejos não tem a bagagem dos “supra-sumos” citados acima. Mas também não sofrem a rejeição de ser música para alienados pseudo-intelectuais. As palavras de Renato foram um verdadeiro tapa na cara, afinal, preconceito de gente de fora é compreensível, mas de gente do meio, não.

E por mais que se insista, ninguém nesse país ouve Vinícius de Moraes, Chico Buarque ou Dorival Caymmi, por mais que eles tenham história. Não adianta a Veja ou Rede Globo empurrar goela abaixo no povo. O Brasil ouve Vinícius sim, mas o sul-matogrossense que canta “Chora, me Liga” ao lado de João Bosco. Ouve Chico sim, mas Chico Amado, compositor de “Na Sola da Bota” cantada por Rio Negro & Solimões, “O Bicho vai Pegar”  nas vozes de Edson & Hudson ou “Tradição Gaúcha” canção imortalizada por Chitãozinho & Xororó. O Brasil não ouve Dorival, ouve Dorgival, autor do mega-sucesso “Pode Chorar”.

No final, o que a Veja e seus jornalistas fizeram foi, como sempre um grande negócio e, de quebra uma velada crítica á musica sertaneja. Precisavam de um motivo para  colocar o “Sertanejo Pop Festival”  na capa da revista e então produziram a reportagem. Nada de mais, apenas negócios mesmo. Matérias como essas, feitas ás pressas e sem profundidade mostram isso. E não achemos que as coisas estão mudando, em alguns veículos não vão mudar nunca. Não dava para esperar menos, sorte nossa que a música sertaneja está crescendo a cada dia e ganhando cada vez mais adeptos, independente de veículos como a revista Veja. Melhor ainda é não depender dela para nada.

Fonte: Blognejo

Victor e Leo não aceitam rótulos para a música sertaneja


Divulgação/ Odair Terra


A dupla Victor e Leo, ícone da nova safra da música sertaneja, emplacou a música “Rios de Amor” na novela “Araguaia”, no novo folhetim da Globo. Em recente entrevista ao Extraonline, quando indagado se a dupla faz o chamado sertanejo universitário, Victor respondeu:
“Definitivamente, não. Este é um rótulo que a gente desconsidera. A música sertaneja nunca foi tão forte como é hoje aqui no Rio de Janeiro. Aquele preconceito de negócio caipira, já era. Viram que é uma coisa verdadeira, que tem raiz, uma coisa verdadeira, brasileira, do interior. Isso não merece rótulo. Rotular a música sertaneja é um grande desrespeito. Daqui a pouco vão lançar a “Bossa nova universitária”? o “Samba universitário”? Não tem lógica. E mais: o nome sugere uma coisa muito mesquinha, é muita mesmice, é um estilo muito imitado. O pessoal que tem um pouco mais de bom senso enxerga isso. Uns imitam os outros, não querem inovar nada, não têm originalidade nem personalidade musical. A gente não aprova. E não se coloca nesse meio.
Sobre o novo álbum “Água de Oceano” que Victor e Leo estão preparando, pouco puderam adiantar.
“Ainda não tem muita coisa definida. Mas a gente não para nunca. Acaba uma gravação, e no dia seguinte já estamos pensando em novos projetos. É um negócio compulsivo! Amanhã, nossos fãs poderão conhecer outra música do novo disco: “Boa sorte pra você”, que estréia nas rádios de todo Brasil”.

Fonte: Beco Sertanejo

Jorge & Matheus e Gustavo Lima – No Evento Universitário – 7 pecados



Os cantores Jorge & Matheus farão um super show e estarão no evento universitário – 7 pecados – que acontece mês que vem no Sambódromo do Anhembi.
Vocês fãs não podem perder, pois nesse dia acontecerá a gravação do seu próximo CD e DVD “Ao Vivo Sem Cortes“.
Este evento que acontece no dia 18/09/2010 também trará diversas atrações como Gustavo Lima – revelação do sertanejo universitário, Cross Over e uma atração internacional que somente será divulgada quinze dias antes do show.
Jorge & Matheus, Gustavo Lima e Cross Over no Anhembi

Fonte: As Melhores Sertanejas

César Menotti e Fabiano se apresentam hoje em Londres



O ‘Brasilian Day em Londres’ acontece neste sábado, 31 de julho, nos arredores do complexo The O2 – Meridian Gardens e Peninsular Square.
O festival comemora o dia brasileiro e terá como atrações shows do grupo Fundo de Quintal e da dupla sertaneja César Menotti e Fabiano, que encerra o evento, com o melhor do sertanejo universitário.
O Brazilian Day, a maior festa brasileira fora o país, se desenrola das 10 às 21hs, com apresentação de Serginho Groisman e terá apresentações de dança, comidas e bebidas típicas.